Setembro Verde é uma campanha que leva a sociedade a refletir sobre os direitos das Pessoas com Deficiência no Brasil.
O Dia Nacional da luta da pessoa com deficiência Luta foi criado em 1982 para promover e debater a inclusão social.
A cor não é por acaso, mas por ser o verde a cor que representa esperança, por inclusão social das pessoas com deficiência.
O dia 21 de setembro foi escolhido para coincidir com o Dia da Árvore, representando, o nascimento das reivindicações de cidadania e a participação em igualdade de condições.
A pessoa com deficiência sofre por ainda ser tratada por muitos como alguém inferior.
Em 2015, O Brasil aprovou a Lei nº 13.146, que institui a Lei Brasileira de Inclusão – LBI (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
A maioria dos deficientes no Brasil tem dificuldade no acesso a direitos básicos, como saúde, educação, habitação e trabalho.
A imagem representativa do Setembro Verde é um laço verde , com um coração verde escuro no centro. Nesse centro tem os símbolos em branco das deficiências: visual, física, intelectual e auditiva
Ainda que tenhamos avançado, ainda há necessidade de refletirmos em relação à inclusão social da pessoa com deficiência.
Com uma trajetória multifacetada e dedicada à saúde mental, sou uma médica psiquiatra, cuja jornada profissional é marcada por conquistas e contribuições significativas. Formei-me em Medicina em 1994 e desde então tenho me destacado em diversas áreas da psiquiatria.
Minha jornada acadêmica inclui uma residência no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde aprimorei minhas habilidades e conhecimentos de 1995 a 1996. Prosseguindo em minha formação, obtive o título de Mestre pelo Departamento de Psiquiatria do mesmo instituto, entre os anos de 1997 e 1999, consolidando-me como uma profissional especializada e comprometida com a excelência em minha área de atuação.
Ao longo de minha carreira, desempenhei papéis fundamentais em diferentes instituições e contextos. Como supervisora de psiquiatria pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, contribuí para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas voltadas à saúde mental. Minha expertise como médica perita em psiquiatria no Manicômio Heitor Carrilho e posteriormente na Vara de Execuções Penais da Secretaria Estadual de Justiça evidencia meu compromisso com a justiça e o bem-estar dos pacientes.
Além disso, atuei como médica psiquiatra e perita em psiquiatria pelo Ministério da Defesa, tanto no Hospital Central do Exército quanto pela Auditoria Militar, onde minha competência e dedicação foram reconhecidas e valorizadas.
Minha influência na comunidade médica estende-se também ao âmbito acadêmico, com participação ativa em congressos nacionais e internacionais, onde compartilho meu conhecimento e experiência com outros profissionais da área. Como autora do livro "Para Pais e Mães Preocupados: Cuidando da Saúde Mental dos Pequenos", publicado pela editora Viseu, demonstro meu compromisso em disseminar informações relevantes e acessíveis sobre saúde mental para um público amplo.
Com uma sólida base acadêmica, vasta experiência prática e um compromisso contínuo com a atualização e aprimoramento profissional, sou uma referência respeitada na área da psiquiatria, dedicada a promover o bem-estar e a qualidade de vida de meus pacientes e da comunidade em geral.
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