Escolhi hoje falar sobre Transtorno Bipolar porque observo que se trata de uma patologia que vem se agravando por falta de conhecimento da doença e da necessidade de tratamento regular. De forma que passou a ser a sexta maior causa de afastamento no trabalho da OMS. Também está muito associado a diversos conflitos nos relacionamentos de uma forma geral.
O Transtorno bipolar acomete homens e mulheres. Inicia-se na adolescência e em adultos jovens, podendo também acometer crianças.
Não se trata de desvio de caráter ou falha de educação, é uma doença e, normalmente algum familiar tem.
A atenção a esses pacientes deve ocorrer sempre, mesmo quando eles se acham bem e que não se sentem doentes.
Este grupo tem 30 vezes mais chances de suicídio de que qualquer outra pessoa.
Com uma trajetória multifacetada e dedicada à saúde mental, sou uma médica psiquiatra, cuja jornada profissional é marcada por conquistas e contribuições significativas. Formei-me em Medicina em 1994 e desde então tenho me destacado em diversas áreas da psiquiatria.
Minha jornada acadêmica inclui uma residência no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde aprimorei minhas habilidades e conhecimentos de 1995 a 1996. Prosseguindo em minha formação, obtive o título de Mestre pelo Departamento de Psiquiatria do mesmo instituto, entre os anos de 1997 e 1999, consolidando-me como uma profissional especializada e comprometida com a excelência em minha área de atuação.
Ao longo de minha carreira, desempenhei papéis fundamentais em diferentes instituições e contextos. Como supervisora de psiquiatria pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, contribuí para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas voltadas à saúde mental. Minha expertise como médica perita em psiquiatria no Manicômio Heitor Carrilho e posteriormente na Vara de Execuções Penais da Secretaria Estadual de Justiça evidencia meu compromisso com a justiça e o bem-estar dos pacientes.
Além disso, atuei como médica psiquiatra e perita em psiquiatria pelo Ministério da Defesa, tanto no Hospital Central do Exército quanto pela Auditoria Militar, onde minha competência e dedicação foram reconhecidas e valorizadas.
Minha influência na comunidade médica estende-se também ao âmbito acadêmico, com participação ativa em congressos nacionais e internacionais, onde compartilho meu conhecimento e experiência com outros profissionais da área. Como autora do livro "Para Pais e Mães Preocupados: Cuidando da Saúde Mental dos Pequenos", publicado pela editora Viseu, demonstro meu compromisso em disseminar informações relevantes e acessíveis sobre saúde mental para um público amplo.
Com uma sólida base acadêmica, vasta experiência prática e um compromisso contínuo com a atualização e aprimoramento profissional, sou uma referência respeitada na área da psiquiatria, dedicada a promover o bem-estar e a qualidade de vida de meus pacientes e da comunidade em geral.
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Convivi com um irmão bipolar e sei bem o tanto de sofrimento esse mal pode trazer às famílias ! Meu irmão foi uma vida desperdiçada . Muito inteligente,estudou e chegou a se formar em Odontologia na UERJ ,na ocasião a melhor universidade de Odontologia do estado.Foi uma vida muito sofrida, sempre alternando períodos de depressão e euforia.Ele já é falecido
Sônia Pache de Faria, cliente da Dra. elizabete@possidente.org
Sônia, com o tratamento psiquiátrico e psicoterápico adequado o paciente com Transtorno bipolar tem uma boa qualidade de vida. Muitos tem um quadro com muitas recidivas devido a ausência do tratamento adequado , presença de outras comorbidades e abandono do tratamento.
Com certeza é triste o que D. Sonia passou. Por isso, é muito importante divulgarmos que tem tratamento o Transtorno bipolar. Tratamento psiquiátrico , psicoterapia e psicoeducação são estratégias que levam o paciente a ter qualidade de vida.
Convivi com um irmão bipolar e sei bem o tanto de sofrimento esse mal pode trazer às famílias ! Meu irmão foi uma vida desperdiçada . Muito inteligente,estudou e chegou a se formar em Odontologia na UERJ ,na ocasião a melhor universidade de Odontologia do estado.Foi uma vida muito sofrida, sempre alternando períodos de depressão e euforia.Ele já é falecido
Sônia Pache de Faria, cliente da Dra. elizabete@possidente.org
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Sônia, com o tratamento psiquiátrico e psicoterápico adequado o paciente com Transtorno bipolar tem uma boa qualidade de vida. Muitos tem um quadro com muitas recidivas devido a ausência do tratamento adequado , presença de outras comorbidades e abandono do tratamento.
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Poxa! Que triste! Sinto muito!
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Com certeza é triste o que D. Sonia passou. Por isso, é muito importante divulgarmos que tem tratamento o Transtorno bipolar. Tratamento psiquiátrico , psicoterapia e psicoeducação são estratégias que levam o paciente a ter qualidade de vida.
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