O AVC (Acidente Vascular Cerebral) é a doença que mais mata no Brasil e a que mais incapacita no mundo. A cada seis segundos uma pessoa morre de AVC. Cerca de 70% dos pacientes com AVC não conseguem retornar às suas atividades trabalhistas e 50% se tornam dependentes de um cuidador. Apesar desses números a maioria das pessoas não tomam medidas necessárias para prevenir o AVC por falta de informação. Cerca de 90% dos casos poderiam ter sido evitados se adotadas medidas de prevenção.
O AVC acontece quando subitamente há uma redução acentuada ou privação de sangue para uma área do cérebro, fazendo com que as células não recebam nutrientes e oxigênio. Também pode ocorrer quando um vaso se rompe, ocasionando uma hemorragia cerebral. Existem dois tipos de AVC: o acidente vascular isquêmico e o acidente vascular cerebral hemorrágico.
Os sintomas mais comuns são:
Fala: dificuldade em falar, fala arrastada
Visão: perda súbita de visão em um olho, visão dupla ou embaçada, movimento rápido involuntário dos olhos
Motora: incapacidade de coordenar movimentos, instabilidade, paralisia de um lado do corpo, fraqueza muscular
Sensorial: formigamento, redução da sensibilidade de um lado
Cognição: confusão mental, incapacidade de entender ou de falar
Geral: tonteira, vertigem, dificuldade em engolir
Quanto mais cedo for tratado o paciente com AVC melhor será o seu prognóstico.
Na maioria dos doentes o AVC poderia ter sido prevenido. Para isso é importante conhecer os fatores de risco para o surgimento do AVC para que todos possam eliminar ou atenuar essas situações em sua vida.
Sedentarismo
Sobrepeso, obesidade
Má alimentação
Uso de drogas
Ingesta abusiva de álcool
Diabetes mellitus
Hiperlipidemia
Hipertensão arterial
Tabagismo
Alguns tratamentos com anticoncepcionais em mulheres com outras vulnerabilidades
Arritmias cardíacas
Nesta semana está viralizando uma campanha na internet sobre a prevenção do AVC, onde um vídeo mostra caso real de um professor de yoga, em uma aula ao vivo pela internet com uma aluna, quando sofre um AVC.
Com uma trajetória multifacetada e dedicada à saúde mental, sou uma médica psiquiatra, cuja jornada profissional é marcada por conquistas e contribuições significativas. Formei-me em Medicina em 1994 e desde então tenho me destacado em diversas áreas da psiquiatria.
Minha jornada acadêmica inclui uma residência no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde aprimorei minhas habilidades e conhecimentos de 1995 a 1996. Prosseguindo em minha formação, obtive o título de Mestre pelo Departamento de Psiquiatria do mesmo instituto, entre os anos de 1997 e 1999, consolidando-me como uma profissional especializada e comprometida com a excelência em minha área de atuação.
Ao longo de minha carreira, desempenhei papéis fundamentais em diferentes instituições e contextos. Como supervisora de psiquiatria pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, contribuí para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas voltadas à saúde mental. Minha expertise como médica perita em psiquiatria no Manicômio Heitor Carrilho e posteriormente na Vara de Execuções Penais da Secretaria Estadual de Justiça evidencia meu compromisso com a justiça e o bem-estar dos pacientes.
Além disso, atuei como médica psiquiatra e perita em psiquiatria pelo Ministério da Defesa, tanto no Hospital Central do Exército quanto pela Auditoria Militar, onde minha competência e dedicação foram reconhecidas e valorizadas.
Minha influência na comunidade médica estende-se também ao âmbito acadêmico, com participação ativa em congressos nacionais e internacionais, onde compartilho meu conhecimento e experiência com outros profissionais da área. Como autora do livro "Para Pais e Mães Preocupados: Cuidando da Saúde Mental dos Pequenos", publicado pela editora Viseu, demonstro meu compromisso em disseminar informações relevantes e acessíveis sobre saúde mental para um público amplo.
Com uma sólida base acadêmica, vasta experiência prática e um compromisso contínuo com a atualização e aprimoramento profissional, sou uma referência respeitada na área da psiquiatria, dedicada a promover o bem-estar e a qualidade de vida de meus pacientes e da comunidade em geral.
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Tem toda razão. Informação é tudo. Temos o exemplo da campanha anti fumo aqui no Brasil que reduziu bastante o consumo do cigarro em relação aos países da Europa.
Tem toda razão. Informação é tudo. Temos o exemplo da campanha anti fumo aqui no Brasil que reduziu bastante o consumo do cigarro em relação aos países da Europa.
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Acho que o governo deveria fazer campanha como faz com câncer de mana e próstata.
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Concordo. Acredito que a melhor forma de prevenir é divulgando a importância do tema.
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