É importante que os pais mantenham uma relação de confiança e de conversa com os filhos. Precisam esclarecer o que é e todos os perigos que o sexting oferece. O ideal é que essas Informacoes sejam passadas antes das primeiras trocas de mensagens indevidas, como uma prevenção. Caso isso não seja mais possível, os pais precisam falar sobre os perigos dessas ações, devem não perderem a cabeça para que o jovem perceba que vocês estão disponíveis para ajudar caso esteja passando por alguma ameaça. Muitas vezes, por medo se serem castigados, os adolescentes escondem os fatos dos pais. Segue algumas dicas para essa conversa:
Não espere que aconteça um incidente desse para a dialogar sobre o assunto sexting, sexo e sexualidade.
Estabeleça regras para o uso de eletrônicos;
Mostre os perigos e as consequências do envio de conteúdos sexuais;
Coloque-se se à disposição para tirar dúvidas e a novas conversas;
Oriente a excluir imagens sexuais caso receba esse conteúdo de terceiros.
Se o seu filho foi forçado a enviar conteúdo sexual para um adulto, busque a polícia.
Se o seu filho fez sexting por vontade própria alerte sobre os perigos e consequências.
Busque ajuda de uma equipe de saúde mental para orientar o jovem e aos pais de como lidarem com essa situação é de grande importância.
Com uma trajetória multifacetada e dedicada à saúde mental, sou uma médica psiquiatra, cuja jornada profissional é marcada por conquistas e contribuições significativas. Formei-me em Medicina em 1994 e desde então tenho me destacado em diversas áreas da psiquiatria.
Minha jornada acadêmica inclui uma residência no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde aprimorei minhas habilidades e conhecimentos de 1995 a 1996. Prosseguindo em minha formação, obtive o título de Mestre pelo Departamento de Psiquiatria do mesmo instituto, entre os anos de 1997 e 1999, consolidando-me como uma profissional especializada e comprometida com a excelência em minha área de atuação.
Ao longo de minha carreira, desempenhei papéis fundamentais em diferentes instituições e contextos. Como supervisora de psiquiatria pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, contribuí para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas voltadas à saúde mental. Minha expertise como médica perita em psiquiatria no Manicômio Heitor Carrilho e posteriormente na Vara de Execuções Penais da Secretaria Estadual de Justiça evidencia meu compromisso com a justiça e o bem-estar dos pacientes.
Além disso, atuei como médica psiquiatra e perita em psiquiatria pelo Ministério da Defesa, tanto no Hospital Central do Exército quanto pela Auditoria Militar, onde minha competência e dedicação foram reconhecidas e valorizadas.
Minha influência na comunidade médica estende-se também ao âmbito acadêmico, com participação ativa em congressos nacionais e internacionais, onde compartilho meu conhecimento e experiência com outros profissionais da área. Como autora do livro "Para Pais e Mães Preocupados: Cuidando da Saúde Mental dos Pequenos", publicado pela editora Viseu, demonstro meu compromisso em disseminar informações relevantes e acessíveis sobre saúde mental para um público amplo.
Com uma sólida base acadêmica, vasta experiência prática e um compromisso contínuo com a atualização e aprimoramento profissional, sou uma referência respeitada na área da psiquiatria, dedicada a promover o bem-estar e a qualidade de vida de meus pacientes e da comunidade em geral.
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