Cerca de 23% dos pacientes com doença cardiovascular tem depressão. Existem diversos fatores que contribuem com essa associação, tais como sedentarismo, tabagismo, estresse, desregulação do sistema autonômico, aumento de plaquetas e coagulação, aumentos de marcadores inflamatórios e aterogênese.
É fundamental cautela na escolha do antidepressivo, pois devemos considerar eficácia, interação com as medicações clínicas e segurança cardiovascular. Sabe-se que o uso do antidepressivo adequado nesses pacientes melhora a depressão, reduz o risco de eventos subseqüentes cardíacos e mortalidade.
Ressalto que para se escolher a medicação antidepressiva adequada o médico deve conhecer quadro clínico, meia vida, afinidades dos receptores, efeitos adversos, enzimas de eliminação e efeitos adversos. Sabendo disso não há necessidade de ter medo de se tomar mais um medicamento, porque haverá segurança e melhora na qualidade de vida desse paciente.


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