Palavras cruzadas e Soduku são mais que um passatempo por fazerem bem ao seu cérebro. O hábito de fazer palavras cruzadas ativa as áreas da linguagem e da memória verbal.
A memória verbal é o vocabulário que aprendemos ao longo da vida. Sendo que tem algumas palavras que não utilizamos no cotidiano e a palavra cruzada pode auxiliar no acesso a essas palavras. Com isso, o passatempo faz com que esse vocabulário continue ativo.
A Universidade de Exeter, na Inglaterra, divulgou um estudo realizado com mais de 19 mil voluntários e recebeu o nome Protect. Resultou que o hábito de realizar passatempos que envolvem palavras cruzadas ou números (como o clássico Sudoku) ajudam a deixar o cérebro em bom funcionamento em pessoas de qualquer idade.
Os participantes foram convidados a responder sobre o número de vezes que tinham contato com palavras cruzadas e jogos envolvendo números. Depois eram desafiados a resolver questões que envolviam cognição.
O resultado foi que os que responderam de maneira positiva ao hábito de utilizar esses passatempos no seu cotidiano
se saíram melhor nas tarefas de memória, atenção e raciocínio.
Outro fato desses estudo é que aqueles que regularmente usavam passatempos do gênero tinham funções cognitivas parecidas com às pessoas com menos de 10 anos da sua idade cronológica em relação a tarefas que exigem memória curta.
Com uma trajetória multifacetada e dedicada à saúde mental, sou uma médica psiquiatra, cuja jornada profissional é marcada por conquistas e contribuições significativas. Formei-me em Medicina em 1994 e desde então tenho me destacado em diversas áreas da psiquiatria.
Minha jornada acadêmica inclui uma residência no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde aprimorei minhas habilidades e conhecimentos de 1995 a 1996. Prosseguindo em minha formação, obtive o título de Mestre pelo Departamento de Psiquiatria do mesmo instituto, entre os anos de 1997 e 1999, consolidando-me como uma profissional especializada e comprometida com a excelência em minha área de atuação.
Ao longo de minha carreira, desempenhei papéis fundamentais em diferentes instituições e contextos. Como supervisora de psiquiatria pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, contribuí para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas voltadas à saúde mental. Minha expertise como médica perita em psiquiatria no Manicômio Heitor Carrilho e posteriormente na Vara de Execuções Penais da Secretaria Estadual de Justiça evidencia meu compromisso com a justiça e o bem-estar dos pacientes.
Além disso, atuei como médica psiquiatra e perita em psiquiatria pelo Ministério da Defesa, tanto no Hospital Central do Exército quanto pela Auditoria Militar, onde minha competência e dedicação foram reconhecidas e valorizadas.
Minha influência na comunidade médica estende-se também ao âmbito acadêmico, com participação ativa em congressos nacionais e internacionais, onde compartilho meu conhecimento e experiência com outros profissionais da área. Como autora do livro "Para Pais e Mães Preocupados: Cuidando da Saúde Mental dos Pequenos", publicado pela editora Viseu, demonstro meu compromisso em disseminar informações relevantes e acessíveis sobre saúde mental para um público amplo.
Com uma sólida base acadêmica, vasta experiência prática e um compromisso contínuo com a atualização e aprimoramento profissional, sou uma referência respeitada na área da psiquiatria, dedicada a promover o bem-estar e a qualidade de vida de meus pacientes e da comunidade em geral.
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