
Automutilação está cada vez mais comum entre os jovens. Devemos estar atento a esse comportamento que pode ser sinal de alerta para diversos transtornos psíquicos.



Automutilação está cada vez mais comum entre os jovens. Devemos estar atento a esse comportamento que pode ser sinal de alerta para diversos transtornos psíquicos.


Com uma trajetória multifacetada e dedicada à saúde mental, sou uma médica psiquiatra, cuja jornada profissional é marcada por conquistas e contribuições significativas. Formei-me em Medicina em 1994 e desde então tenho me destacado em diversas áreas da psiquiatria. Minha jornada acadêmica inclui uma residência no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde aprimorei minhas habilidades e conhecimentos de 1995 a 1996. Prosseguindo em minha formação, obtive o título de Mestre pelo Departamento de Psiquiatria do mesmo instituto, entre os anos de 1997 e 1999, consolidando-me como uma profissional especializada e comprometida com a excelência em minha área de atuação. Ao longo de minha carreira, desempenhei papéis fundamentais em diferentes instituições e contextos. Como supervisora de psiquiatria pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, contribuí para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas voltadas à saúde mental. Minha expertise como médica perita em psiquiatria no Manicômio Heitor Carrilho e posteriormente na Vara de Execuções Penais da Secretaria Estadual de Justiça evidencia meu compromisso com a justiça e o bem-estar dos pacientes. Além disso, atuei como médica psiquiatra e perita em psiquiatria pelo Ministério da Defesa, tanto no Hospital Central do Exército quanto pela Auditoria Militar, onde minha competência e dedicação foram reconhecidas e valorizadas. Minha influência na comunidade médica estende-se também ao âmbito acadêmico, com participação ativa em congressos nacionais e internacionais, onde compartilho meu conhecimento e experiência com outros profissionais da área. Como autora do livro "Para Pais e Mães Preocupados: Cuidando da Saúde Mental dos Pequenos", publicado pela editora Viseu, demonstro meu compromisso em disseminar informações relevantes e acessíveis sobre saúde mental para um público amplo. Com uma sólida base acadêmica, vasta experiência prática e um compromisso contínuo com a atualização e aprimoramento profissional, sou uma referência respeitada na área da psiquiatria, dedicada a promover o bem-estar e a qualidade de vida de meus pacientes e da comunidade em geral. View more posts
2 Comments
Eu tenho dermatilomania. Mas não me corto ou tenho intenção suicida.
Tenho 42 anos e vejo isso como uma consequência da ansiedade e estresse. Eu simplesmente não consigo deixar uma espinha quieta, uma ferida cicatrizar ou uma picada de inseto sem espremer. Até minha sobrancelha quando fiz definitivamente, porque não conseguia deixar cicatrizar, eu coçava e arrancava a casquinha. Tive que refazer 2 vezes.
Irei fazer tratamento para ansiedade e creio que Deus me ajudará a vencer, porque estou com cicatrizeses no rosto por conta de sempre mexer. Dormindo, assistindo, conversando… sempre com a mão no rosto mexendo.
Certa vez, espremi tanto um furúnculos no cotovelo, que infeccionou todo o meu braço.
É isso! Um transtorno a ser vencido.
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Com o tratamento adequado é certo a melhora da sua queixa.
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