Setembro Amarelo: Por que devemos falar sobre suicídio?

Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção ao suicídio. Tem como objetivo alertar a população a respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo, apresentando suas formas de prevenção.
Eu e a neuropsicologa Andrea Silva conversamos sobre o suicídio e o alerta do aumento de mortes por suicídio no Brasil e no mundo.
Falamos de onde surgiu o receio de que falar de suicídio poderia influenciar a outra a cometer ato semelhante?
Como uma publicação de Goethe de 1774 pode estar associado a essa falsa crença? E a ópera de Mozart?
Qual é o impacto na população após o noticiário de mortes por suicídio de famosos na mídia? Como surgiu o Setembro Amarelo? O Por que a fita amarela é o símbolo da campanha? Quando foi que a OMS iniciou a campanha do Setembro Amarelo? Quando o Brasil aderiu a essa campanha? Quais são os fatores de risco para suicídio?
Quais as taxas de Suicídio no mundo e no Brasil?
Quais são as faixas etárias mais comuns?
Quais são os sinais de alerta que devemos ter?
Quais as profissões são mais acometidas por esse tipo de morte?
E muito mais…
A informação é a melhor forma de prevenção. A pessoa que está sofrendo precisa ter noção de que seu sentimento é doença e procurar a ajuda.

Publicado por Elizabete Possidente

Com uma trajetória multifacetada e dedicada à saúde mental, sou uma médica psiquiatra, cuja jornada profissional é marcada por conquistas e contribuições significativas. Formei-me em Medicina em 1994 e desde então tenho me destacado em diversas áreas da psiquiatria. Minha jornada acadêmica inclui uma residência no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde aprimorei minhas habilidades e conhecimentos de 1995 a 1996. Prosseguindo em minha formação, obtive o título de Mestre pelo Departamento de Psiquiatria do mesmo instituto, entre os anos de 1997 e 1999, consolidando-me como uma profissional especializada e comprometida com a excelência em minha área de atuação. Ao longo de minha carreira, desempenhei papéis fundamentais em diferentes instituições e contextos. Como supervisora de psiquiatria pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, contribuí para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas voltadas à saúde mental. Minha expertise como médica perita em psiquiatria no Manicômio Heitor Carrilho e posteriormente na Vara de Execuções Penais da Secretaria Estadual de Justiça evidencia meu compromisso com a justiça e o bem-estar dos pacientes. Além disso, atuei como médica psiquiatra e perita em psiquiatria pelo Ministério da Defesa, tanto no Hospital Central do Exército quanto pela Auditoria Militar, onde minha competência e dedicação foram reconhecidas e valorizadas. Minha influência na comunidade médica estende-se também ao âmbito acadêmico, com participação ativa em congressos nacionais e internacionais, onde compartilho meu conhecimento e experiência com outros profissionais da área. Como autora do livro "Para Pais e Mães Preocupados: Cuidando da Saúde Mental dos Pequenos", publicado pela editora Viseu, demonstro meu compromisso em disseminar informações relevantes e acessíveis sobre saúde mental para um público amplo. Com uma sólida base acadêmica, vasta experiência prática e um compromisso contínuo com a atualização e aprimoramento profissional, sou uma referência respeitada na área da psiquiatria, dedicada a promover o bem-estar e a qualidade de vida de meus pacientes e da comunidade em geral.

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