A síndrome de resistência à insulina é uma situação em que o corpo não responde adequadamente à insulina produzida pelo pâncreas, o que pode levar a um aumento dos níveis de glicose no sangue e, eventualmente, ao desenvolvimento do diabetes tipo 2.
Além disso, a resistência à insulina tem sido associada a vários doenças psiquiátricas, incluindo depressão, transtornos de ansiedade, transtornos alimentares, transtorno bipolar e esquizofrenia.
Pesquisas sugerem que a resistência à insulina pode afetar o funcionamento do cérebro e a regulação do humor. Por exemplo, um estudo publicado na revista “Psychoneuroendocrinology” em 2016 descobriu que a resistência à insulina estava associada a um maior risco de depressão em jovens.
Além disso, a resistência à insulina também pode afetar a produção de certos hormônios cerebrais, como a serotonina e a dopamina, que estão envolvidos na regulação do humor e do comportamento.
Portanto, é importante que os profissionais de saúde mental estejam cientes dos potenciais efeitos da resistência à insulina sobre a saúde mental e considerem a possibilidade de investigar a resistência à insulina em pacientes com transtornos psiquiátricos. O tratamento da resistência à insulina pode ajudar a melhorar a saúde mental desses pacientes.
Com uma trajetória multifacetada e dedicada à saúde mental, sou uma médica psiquiatra, cuja jornada profissional é marcada por conquistas e contribuições significativas. Formei-me em Medicina em 1994 e desde então tenho me destacado em diversas áreas da psiquiatria.
Minha jornada acadêmica inclui uma residência no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde aprimorei minhas habilidades e conhecimentos de 1995 a 1996. Prosseguindo em minha formação, obtive o título de Mestre pelo Departamento de Psiquiatria do mesmo instituto, entre os anos de 1997 e 1999, consolidando-me como uma profissional especializada e comprometida com a excelência em minha área de atuação.
Ao longo de minha carreira, desempenhei papéis fundamentais em diferentes instituições e contextos. Como supervisora de psiquiatria pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, contribuí para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas voltadas à saúde mental. Minha expertise como médica perita em psiquiatria no Manicômio Heitor Carrilho e posteriormente na Vara de Execuções Penais da Secretaria Estadual de Justiça evidencia meu compromisso com a justiça e o bem-estar dos pacientes.
Além disso, atuei como médica psiquiatra e perita em psiquiatria pelo Ministério da Defesa, tanto no Hospital Central do Exército quanto pela Auditoria Militar, onde minha competência e dedicação foram reconhecidas e valorizadas.
Minha influência na comunidade médica estende-se também ao âmbito acadêmico, com participação ativa em congressos nacionais e internacionais, onde compartilho meu conhecimento e experiência com outros profissionais da área. Como autora do livro "Para Pais e Mães Preocupados: Cuidando da Saúde Mental dos Pequenos", publicado pela editora Viseu, demonstro meu compromisso em disseminar informações relevantes e acessíveis sobre saúde mental para um público amplo.
Com uma sólida base acadêmica, vasta experiência prática e um compromisso contínuo com a atualização e aprimoramento profissional, sou uma referência respeitada na área da psiquiatria, dedicada a promover o bem-estar e a qualidade de vida de meus pacientes e da comunidade em geral.
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