Muitos pacientes me questionam sobre minha opinião em relação à escolha entre vitamina D injetável e oral. Isso ocorre porque eles receberam indicação de uma outra unidade de saúde. Sempre respondo que a escolha depende do motivo pelo qual a vitamina D está sendo prescrita, da gravidade da deficiência e do estado de saúde do paciente.
A forma oral é a mais comum de suplementação de vitamina D. É geralmente recomendada para pessoas com deficiência leve a moderada de vitamina D, e é o que tenho encontrado em meu consultório médico até hoje. A forma oral é facilmente absorvida. As opções de vitamina D oral incluem cápsulas, comprimidos, líquidos e gomas de mascar.
A vitamina D injetável é indicada para pessoas com deficiência grave de vitamina D, quando a absorção oral de vitamina D é inadequada ou quando há uma condição subjacente que afeta a absorção de nutrientes. A vitamina D injetável é administrada por um profissional de saúde e é geralmente usada por um curto período de tempo até que os níveis de vitamina D sejam normalizados.
Em geral, a suplementação de vitamina D deve ser prescrita por um médico, que pode determinar a dose com base na condição do paciente e nos níveis de vitamina D no sangue. É importante lembrar que o excesso de vitamina D pode ser prejudicial, portanto, seguir as orientações de saúde é fundamental para a segurança e eficácia do tratamento.
Com uma trajetória multifacetada e dedicada à saúde mental, sou uma médica psiquiatra, cuja jornada profissional é marcada por conquistas e contribuições significativas. Formei-me em Medicina em 1994 e desde então tenho me destacado em diversas áreas da psiquiatria.
Minha jornada acadêmica inclui uma residência no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde aprimorei minhas habilidades e conhecimentos de 1995 a 1996. Prosseguindo em minha formação, obtive o título de Mestre pelo Departamento de Psiquiatria do mesmo instituto, entre os anos de 1997 e 1999, consolidando-me como uma profissional especializada e comprometida com a excelência em minha área de atuação.
Ao longo de minha carreira, desempenhei papéis fundamentais em diferentes instituições e contextos. Como supervisora de psiquiatria pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, contribuí para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas voltadas à saúde mental. Minha expertise como médica perita em psiquiatria no Manicômio Heitor Carrilho e posteriormente na Vara de Execuções Penais da Secretaria Estadual de Justiça evidencia meu compromisso com a justiça e o bem-estar dos pacientes.
Além disso, atuei como médica psiquiatra e perita em psiquiatria pelo Ministério da Defesa, tanto no Hospital Central do Exército quanto pela Auditoria Militar, onde minha competência e dedicação foram reconhecidas e valorizadas.
Minha influência na comunidade médica estende-se também ao âmbito acadêmico, com participação ativa em congressos nacionais e internacionais, onde compartilho meu conhecimento e experiência com outros profissionais da área. Como autora do livro "Para Pais e Mães Preocupados: Cuidando da Saúde Mental dos Pequenos", publicado pela editora Viseu, demonstro meu compromisso em disseminar informações relevantes e acessíveis sobre saúde mental para um público amplo.
Com uma sólida base acadêmica, vasta experiência prática e um compromisso contínuo com a atualização e aprimoramento profissional, sou uma referência respeitada na área da psiquiatria, dedicada a promover o bem-estar e a qualidade de vida de meus pacientes e da comunidade em geral.
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