Nos últimos meses tem faltado diversos medicamentos nas farmácias. Essa falta é consequência do desabastecimento que vem afetando todo o país.
Segundo um levantamento do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, diversos municípios relataram falta de mais de 40 medicamentos.
Essa escassez afeta não apenas as farmácias mas também os hospitais e as unidades de emergência. No momento não tem dipirona injetável, por exemplo, em todo o país.
A justificativa está no desabastecimento da falta de insumo farmacêutico ativo (IFA) que é o principal ingrediente de um remédio. Sem ele, é como se o medicamento fosse apenas uma junção de várias substâncias sem efeito nenhum.
O Brasil produz apenas 5% do IFA utilizado por aqui. O restante é importado, sendo que 68% vem da China. Somos também dependente da importação de diversos incipientes medicamentosos (“ingredientes”) e materiais para a embalagem, como blister, tinta, frascos e conta-gotas.
Considerando os lockdowns em Xangai no início deste ano que levaram a uma elevação do do preço da matéria-prima em média 200%. A guerra entre Rússia e Ucrânia prejudicou a logística, que sofreu um aumento de 300%.
Para piorar o cenário, há ainda o aumento da demanda por diversos medicamentos pela covid-19 e suas sequelas, o retorno presencial às atividades e as mudanças de tempo aumentou o surgimento de diversas doenças.
A crise causada pela pandemia da covid-19, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, alta demanda por medicamentos e as indústrias precisando produzir tudo em uma quantidade grande na mesma época do ano para o mundo todo são os responsáveis pelas prateleiras vazias nas farmácias. Ainda deve demorar um tempo para esse fluxo se normalize no Brasil e no mundo.
Com uma trajetória multifacetada e dedicada à saúde mental, sou uma médica psiquiatra, cuja jornada profissional é marcada por conquistas e contribuições significativas. Formei-me em Medicina em 1994 e desde então tenho me destacado em diversas áreas da psiquiatria.
Minha jornada acadêmica inclui uma residência no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, onde aprimorei minhas habilidades e conhecimentos de 1995 a 1996. Prosseguindo em minha formação, obtive o título de Mestre pelo Departamento de Psiquiatria do mesmo instituto, entre os anos de 1997 e 1999, consolidando-me como uma profissional especializada e comprometida com a excelência em minha área de atuação.
Ao longo de minha carreira, desempenhei papéis fundamentais em diferentes instituições e contextos. Como supervisora de psiquiatria pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, contribuí para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas voltadas à saúde mental. Minha expertise como médica perita em psiquiatria no Manicômio Heitor Carrilho e posteriormente na Vara de Execuções Penais da Secretaria Estadual de Justiça evidencia meu compromisso com a justiça e o bem-estar dos pacientes.
Além disso, atuei como médica psiquiatra e perita em psiquiatria pelo Ministério da Defesa, tanto no Hospital Central do Exército quanto pela Auditoria Militar, onde minha competência e dedicação foram reconhecidas e valorizadas.
Minha influência na comunidade médica estende-se também ao âmbito acadêmico, com participação ativa em congressos nacionais e internacionais, onde compartilho meu conhecimento e experiência com outros profissionais da área. Como autora do livro "Para Pais e Mães Preocupados: Cuidando da Saúde Mental dos Pequenos", publicado pela editora Viseu, demonstro meu compromisso em disseminar informações relevantes e acessíveis sobre saúde mental para um público amplo.
Com uma sólida base acadêmica, vasta experiência prática e um compromisso contínuo com a atualização e aprimoramento profissional, sou uma referência respeitada na área da psiquiatria, dedicada a promover o bem-estar e a qualidade de vida de meus pacientes e da comunidade em geral.
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Infelizmente em muitas situações não estão sendo indicados o tratamento de 1ª linha por falta. Os protocolos estão sendo renovado pelas segundas e terceiras escolhas. Isso pode prolongar tempo de doença ou levar a mais complicações. É um problema muito sério e que não vejo as mídias relatarem.
Imagino esse cenário nos hospitais públicos que já falta td normalmente, coitado do povo!
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Infelizmente em muitas situações não estão sendo indicados o tratamento de 1ª linha por falta. Os protocolos estão sendo renovado pelas segundas e terceiras escolhas. Isso pode prolongar tempo de doença ou levar a mais complicações. É um problema muito sério e que não vejo as mídias relatarem.
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