Conselho Federal de Medicina Regulamenta a Telemedicina

Autora: Elizabete Possidente e Giuliana Possidente

No dia 4 de maio foi publicado Diário Oficial da União (DOU) a
Resolução nº 2.314/2022.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) através dessa resolução define e regulamenta a telemedicina como forma de serviços médicos por tecnologia de comunicação.
Os médicos poderão ofertar
atendimento por teleconsulta ou presencial.
Desde 2018, entidades médicas já estudavam sobre o tema e, com a pandemia de COVID-19, a prática de telemedicina teve um aumento significativo.
Médicos analisam a popularização da telemedicina como algo facilitador ao acesso à saúde, independentemente do lugar em que o paciente se encontra. Por outro, tem profissionais que temem a banalização das consultas.
O ponto de partida para regulamentar esta modalidade de atendimento foi a necessidade de sintonizar a assistência médica com a inovação e os avanços da tecnologia.
O CFM convidou diversas entidades médicas, como a Associação Médica Brasileira (AMB), a Federação Nacional dos Médicos (Fenam), a Federação Médica Brasileira (FMB), Conselhos Regionais de Medicina (CRMs), sociedades de especialidades, associações médicas e sindicatos médicos que contribuíram na discussão do tema e da elaboração das regras.

https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-cfm-n-2.314-de-20-de-abril-de-2022-397602852

Foto por Edward Jenner em Pexels.com

Por que é tão importante realizar o diagnóstico psiquiátrico na Infância? Como é feito esse diagnóstico?

Essas e outras respostas vocês terão ao reverem a live realizada em junho de 2021 Desafios no Diagnóstico Psiquiátrico na Infância.

CFM Posiciona Contra Liberação do Cigarro Eletrônico

Autora: Elizabete Possidente

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou em 2 de maio de 2022 uma nota reiterando a sua posição de manter a proibição de comercialização e propaganda de cigarros eletrônicos no país.

Destaca que os médicos são recomendamos a orientar aos pacientes sobre os malefícios do cigarro eletrônico.

O documento saiu como alerta a “mobilização por parte de alguns segmentos para liberação do cigarro eletrônico no país, tentando mudar a legislação em vigor”.

Para o CFM, o tema é urgente: “Cigarro eletrônico é porta de entrada para o tabagismo”. O dispositivo “possui altos índices de nicotina e de outras substâncias nocivas em sua composição, causa dependência química e pode levar a milhões de pessoas ao adoecimento e a morte”.

Foto por Lemkhanzar em Pexels.com

Uma Questão de Vida e Morte (Dica de Livro)

Autora: Elizabete Possidente

O psiquiatra Irvin Yalom dedicou a sua carreira a atender pacientes e a escrever livros sobre terapia, ansiedade e luto. Marilyn Yalom é escritora, pesquisadora e historiadora norte – americana.

Eles compartilham uma vida juntos de 65 anos de casamento e a pedido dela escrevem o livro Uma Questão de Vida e morte: Amor, Perda e o que Realmente Importa.

Nesta obra redigem a realidade do diagnóstico de uma doença terminal de Marilyn. Eles alternam a autoria dos capítulos.

 Ela tem consciência que morrerá em breve. Ela descreve como foi se preparando para a morte. A sua despedida gradativamente de livros, amigos, livros, amigos, dos filhos, dos netos e de seu marido. 

Ele apesar de sua vasta experiência mostra como é difícil esse momento. Ele em diversos momentos sofre tanto que acaba negando ou se esquecendo de muitos momentos que são lembrados pelos filhos. Com a ajuda da própria esposa ele tenta se preparar para a morte dela, a perda de seu grande amor.  Ele, muito emocionado, narra situações do cotidiano do casal com a doença e a sua vontade de querer continuar viver ao seu lado.

Ambos abordam intimidade, amor, medos e o luto. Este é um livro que retrata a importância de valorizar o tempo juntos, o significado de viver e morrer bem.  

Diferença dos Tipos de Medicamentos

Autora: Elizabete Possidente e Giuliana Possidente

Os medicamentos de referência são aqueles de “marca”. Esses medicamentos possuem eficácia e segurança cientificamente comprovadas. Só existe um medicamento de referência para cada princípio ativo.

Os medicamentos genéricos podem substituir de referência prescritos pelo médico conforme a Anvisa. Eu, como médica, recomendo consultar o seu médico antes de aceitar qualquer troca no balcão da farmácia. Esses na embalagem têm uma tarja amarela com a letra G.

Os medicamentos similares são aqueles que também tem uma “marca”. Podem ter algumas características diferentes. Esses não passam por testes que permite a troca com os de referência ou genéricos.

De acordo com a Lei federal nº 9787 apenas o farmacêutico tem permissão para a troca de um medicamento de referência por um genérico ou vice-versa. O medicamento similar só pode ser vendido com a indicação do médico na receita.

A substituição ilegal de medicamentos similares deve ser denunciada à Vigilância Sanitária Municipal. A má conduta do farmacêutico pode ser notificada ao Conselho Regional de Farmácia. A comprovação da troca de medicamento é feita pela comparação entre a receita entregue pelo médico e a nota fiscal da compra na farmácia.

Não aceite “empurroterapia”. Denuncie.       

 Quando há Permissão a Trocar a Receita

Autora: Elizabete Possidente

O balconista da farmácia não pode fazer a indicação de nenhum medicamento. Ele só deve entregar ao cliente.

As orientações quanto ao uso, doses e possíveis efeitos colaterais são realizados pelo farmacêutico, não pelo atendente.

De acordo com a Lei federal nº 9787 apenas o farmacêutico tem permissão para a troca de um medicamento de referência por um genérico ou vice-versa. O medicamento similar só pode ser vendido com a indicação do médico na receita.

A substituição ilegal de medicamentos similares deve ser denunciada à Vigilância Sanitária Municipal. A má conduta do farmacêutico pode ser notificada ao Conselho Regional de Farmácia. A comprovação da troca de medicamento é feita pela comparação entre a receita entregue pelo médico e a nota fiscal da compra na farmácia.

Não aceite “empurroterapia”. Denuncie.

Balconistas de Farmácias Recebem Comissão para Indicar Medicamentos.

Autora: Elizabete Possidente e Giuliana Possidente

Você iria a um médico sabendo que ele recebe comissão do que prescreve? Por que aceita a recomendação do balconista?

Reportagem no g1 do Rio Grande do Sul e outros jornais comentam e mostram uma notícia exibida no Fantástico de 2021, despontando que alguns laboratórios farmacêuticos pagam comissões de até 30% e até premiam com viagens internacionais aos balconistas de farmácias que indicam certos medicamentos e vitaminas aos clientes.

O ponto de partida da reportagem investigativa foi uma pesquisa em 48 ações trabalhistas de 8 tribunais de trabalho em Porto Alegre, nos quais os vendedores descreviam os esquemas. Ao deixarem o emprego, eles ingressaram com ações para ajuntar as comissões, pagas por fora do contracheque.

Eu mesma já escrevi a minha indignação quando pacientes pioram de seu quadro clínico após troca de medicamento de receita controlada por indicação de balconistas. Eu não autorizei e nem recomendei a troca, mas as farmácias o fazem mesmo assim. O pior se o paciente não melhora é sempre a culpa do médico e, nunca da qualidade do remédio.

Veja algumas dessas reportagens abaixo:

https://globoplay.globo.com/v/9520730/

https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2021/05/16/balconistas-de-farmacias-recebem-comissao-de-laboratorios-para-indicar-medicamentos-e-vitaminas-a-clientes-revela-reportagem.ghtml

https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2021/05/17/tem-que-tentar-empurrar-entenda-esquema-para-beneficiar-funcionarios-de-farmacias.ghtml

https://gauchazh.clicrbs.com.br/grupo-de-investigacao/noticia/2021/05/fabricantes-de-remedios-pagam-comissoes-e-ate-viagens-a-atendentes-de-farmacia-para-estimular-venda-de-produtos-ckorkwdb100210180wa478dmr.html

https://ictq.com.br/varejo-farmaceutico/2895-empurroterapia-materia-do-fantastico-confunde-sobre-genericos-e-papel-do-farmaceutico

Medicamento de TDAH causa dependência?

Autora: Elizabete Possidente

Entender isso é uma forma de reduzir o preconceito.

Medicamento não é vício, mas sim tratamento de doença crônica.

Assista o primeiro vídeo do canal do Youtube. Convido a curtir, se inscrever e compartilhar com amigos.

Campanha da Fiocruz Promove Abaixo- Assinado Contra a Autorização de Cigarros Eletrônicos

Autora: Elizabete Possidente

Fiocruz lançou no dia 11 de abril de 2022, uma campanha para alertar sobre os riscos do uso e da possível liberação dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) no Brasil.

Na campanha tem diversos materiais informativos com foco nas redes sociais, ainda contém um abaixo assinado para que as pessoas se manifestem contra a autorização dos cigarros eletrônicos pela ANVISA.

Os cigarros eletrônicos, vaper, pod, e-cigarette, entre outras nomenclaturas, têm a venda,a importação e a propaganda proibidas  por resolução da Anvisa. Apesar disso, a BAT Brasil (antiga Souza Cruz), a maior empresa de tabaco do país estima que 2 milhões de brasileiros fazem uso dos cigarros eletrônicos.

Segundo o Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde da ENSP/Fiocruz, nos últimos anos, a indústria do tabaco tem pressionado a Anvisa para a liberação dos cigarros eletrônicos. A ANVISA iniciou, em 2019, um processo regulatório para informações técnicas sobre o tema. No início deste mês iniciou a etapa que há recebimento da participação social de evidências técnicas e científicas relacionadas ao uso desses dispositivos. A decisão final cabe à Diretoria Colegiada.

Estudo publicado pelo INCA em maio de 2021demonstrou que o uso de cigarro eletrônico aumenta em mais de 3 vezes o risco de experimentação de cigarro convencional entre não fumantes, e mais de 4 vezes o risco de uso regular do cigarro.

Se hoje com o produto proibido os jovens já estão apresentando um aumento considerável do uso de cigarros eletrônicos. Se for aprovado venderá em todos os locais e com apelos das propagandas haverá um aumento exponencial do uso e a elevação de muitas doenças.

Acesse o abaixo-assinado contra a liberação dos dispositivos no link https://www.change.org/diga-não-aos-cigarros-eletrônicos.

Vamos participar e divulgar essa campanha de alerta para a saúde da população.

Por que a Anvisa Proibiu os Cigarros Eletrônicos?

Autora: Elizabete Possidente

Apesar de ser modinha entre os jovens e também muitos médicos ainda desconhecerem o seu potencial danoso, a ANVISA proibiu a comercialização dos cigarros eletrônicos ou vapes desde agosto de 2009.

 Está proibida a venda, importação e propaganda de todos os dispositivos eletrônicos para fumar (DEF) no Brasil.

A proibição leva em conta   à ausência de dados científicos que comprovem que os equipamentos têm controle de segurança, risco de desenvolver diversas doenças e o combate ao tabagismo as gerações mais jovens.

Existem outros 30 países que também apresentam o mesmo tipo de proibição. Enquanto mais de 100 países já apresentam regras bem definidas de regulamentação do uso, como até imposição de limites de idade.

Restringir o acesso aos equipamentos pelos pais, responsáveis e pelos profissionais de saúde é fundamental para investirmos na saúde da população como um todo.  

O Problema dos Cigarros Eletrônicos (Vapes)

Autora: Elizabete Possidente

Cigarros eletrônicos são também conhecidos como vape, jull e pod. Têm em formato de uma caneta ou de um pen drive. Seu uso se popularizou especialmente entre os jovens.

Os fabricantes propagam que seria uma alternativa aos cigarros convencionais e que poderiam servir para redução do tabagismo. Não existe estudo que comprove isso e nem se há segurança do seu uso.

Os cigarros eletrônicos operam a partir da calefação do líquido, que lança o vapor inalado pelos usuários. A composição do aerossol é determinada pela temperatura e pelas substâncias encontradas no líquido. É comum que o líquido tenha nicotina e outras substâncias como glicerina, aromatizantes, acroleína, propilenoglicol e outras não-nicotínicos. É importante saber que essas substâncias estão presentes mesmo nos cigarros eletrônicos que não contêm nicotina.

O vapor emitido pelos dispositivos pode causar ou elevar as chances a infecções pulmonares conforme o INCA. Pesquisas indicam que os vapes fazem mal à saúde, mesmo no caso das opções sem nicotina.

Os cigarros eletrônicos podem provocar dermatite, doenças cardiovasculares e câncer. 

Os dispositivos  eletrônicos admitem a pessoa a dar mais tragadas em um curto período do que com o cigarro convencional. A nicotina chega no cérebro entre 7 e 19 segundos após a tragada, ocasionando o prazer e levando a dependência e os efeitos nocivos cerebrais mais rapidamente.

Outro risco está relacionado às toxinas presentes no líquido, que estão ligadas a maior risco de câncer de pulmão, estômago e esôfago, formação de placas ateroscleróticas, que eleva a complicações como  acidente vascular cerebral (especialmente em mulheres em uso de  anticoncepcional oral).

Há também indícios de que o vapor emitido pelos cigarros eletrônicos leve metais pesados ao organismo, mas ainda não se sabe exatamente as possíveis consequências desse fator.

Os cigarros eletrônicos não são inofensivos. Além disso está provocando um aumento da experimentação de cigarros eletrônicos entre não fumantes, especialmente os adolescentes, o que leva dependência de nicotina e a maior probabilidade de se tornar um fumante convencional também.

Como médica recomendo os pais e responsáveis a se informarem e conversarem sobre esses dados alarmantes de risco a saúde pelo consumo de vapes. Também reforço que até o momento no Brasil toda comercialização, importação e propaganda de todos os cigarros eletrônicos são proibidos.

Dia Mundial de Combate ao Câncer

Autora: Elizabete Possidente

Dia Mundial de Combate ao Câncer é comemorada todo 8 de abril. 

O objetivo é conscientizar a todos sobre os cuidados de prevenção da 2ª doença que mais mata pessoas em todo o mundo: o câncer. 

As causas para o inicio do câncer são várias . Existem  fatores externos, como substâncias químicas, radiação e vírus. Existem os fatores internos como hormônios, condições imunológicas e genética. 

No Brasil, também é a segunda doença que mais leva a óbito, em especial o câncer de pele

O Dia Mundial do Combate ao Câncer informa sobre a importância das pessoas devconsultar médicos e estar atento à saúde, para evitar o crescimento ou surgimento  dessa doença. 

Os brasileiros celebram ainda o Dia Nacional de Combate ao Câncer em 27 de novembro.

Conforme o Instituto Nacional do Câncer – INCA, os tipos mais comuns no Brasil são: 

  • câncer de pele
  • câncer de próstata
  • câncer de mama
  • câncer de cólon e reto
  • câncer de pulmão
  • câncer de estômago

Se essa patologia for detectada precocemente costuma haver diversas formas de tratamento eficaz. O câncer não é uma doença única e sim uma complexidade com mais de 200 tipos já identificados.

Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Autores: Elizabete Possidente e Giuliana Possidente

A ONU (Organização das Nações Unidas) em 2017 definiu todo 2 de abril como sendo o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, quando cartões-postais de todo o planeta se iluminam de azul — no Brasil, o mais famoso é o Cristo Redentor — para lembrar a data e chamar a atenção da sociedade para o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

O tema de 2022 é “Lugar de autista é em todo lugar”, com a hashtag #AutistaEmTodoLugar nas redes sociais. Desde 2020, a comunidade envolvida com a causa do autismo no Brasil todo segue, unida, em uma campanha nacional com tema único. Em 2020/2021 o tema foi: Respeito para todo o espectro” — hashtag #RESPECTRO.

Impacto da Insônia no sistema Imunológico: na Pandemia e fora da Pandemia

Autora: Elizabete Possidente

Quando uma pessoa não apresenta um boa noite de sono, seja por insônia ou por vontade própria, há um impacto no seu sistema imunológico. A privação do sono eleva os marcadores de atividade inflamatória. Esse estado pró inflamatório incrementa o desenvolvimento ou a gravidade de estresse, depressão, doenças oncológicas e cardiovasculares.

Pesquisas nacionais e internacionais sugerem um índice alto de problemas para dormir na pandemia. No Brasil, a Fiocruz divulgou recentemente uma pesquisa feita com 44 mil voluntários e mostrou que 35% passaram a ir para cama pelo menos duas horas depois do horário habitual.

Por que passamos a dormir mal durante a pandemia?

Há uma série de fatores. O mais comum foi a mudança abrupta de rotina. A maioria das pessoas deixaram de ter horários regulares para acordar, sair de casa, das refeições e de dormir.  

Ficamos com menor   exposição a luz solar que também participa na regularização do ciclo circadiano.  Quando a luz incide no nosso olho, essa informação de presença de luz chega ao núcleo supraquiasmático, onde situa o nosso relógio biológico. A percepção de claro e escuro regulariza o nosso relógio interno que é o chamado de ritmo circadiano. A luz artificial constante confunde o relógio circadiano.     

A mudança de comportamento imposto pelo isolamento em casa também contribuiu para a piora do sono. Sem sair de casa para trabalhar ou estudar, muitos não trocavam de roupa e ligavam o laptop da cama embaraçando o nosso relógio biológico.

O uso mais acentuado à luz dos dispositivos eletrônicos, principalmente durante a noite, também confundira a percepção de claro/escuro natural, um modulador do nosso relógio.

A redução de atividade física e as mudanças de hábitos alimentares levaram a um ganho ponderal. A OMS publicou que a maioria das pessoas, engordaram cerca de 3 kg no ano de 2020, com exceção da África e dos países do sudeste asiático. O aumento do peso leva a uma maior fragmentação do sono e coopera para a alteração imunológica.

 O próprio estresse pelas incertezas da economia, medo de contrair a doença, preocupação com entes queridos, medo da morte, luto por amigos e familiares e o excesso de informações negativas também colaboraram para a piora do sono.

O aumento da ingesta de álcool e /outras drogas também influenciaram muito na perda da qualidade do sono.

O uso de corticoides, uma das medicações utilizadas para tratar a covid e a internação em UTI contribuem para a piora do sono.   

Indivíduos com insônia têm aumento das citocinas inflamatórias, principalmente de interleucinas 6 e de fator de necrose tumoral. O aumento desses marcadores inflamatórios acresce o estresse, a ansiedade, a depressão e todas as outras doenças psiquiátricas.

Devemos sempre cuidar do nosso sono. Todos os profissionais de saúde devem investigar a qualidade do sono dos nossos pacientes, tratar ou encaminhar sempre que necessário.

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“Só Bebo Socialmente”

Autora: Elizabete Possidente

Muitas pessoas utilizam variados tipos de bebidas alcoólicas como forma de socialização e de relaxamento. Nesses dois últimos anos de pandemia houve um aumento considerável da ingesta de bebida alcoólica.

O Instituto Brasileiro do Fígado em 2021 mostrou que 55% dos brasileiros com mais de 18 anos consomem bebidas alcóolicas e 32% afirmam consumi-las semanalmente.

Recomendo a leitura do artigo da psiquiatra Analice Gigliotti “Só bebo socialmente” . Ela descreve os cuidados que devemos ter com os mitos de consumo e do comportamento associado ao uso de bebida alcóolica.

Segue o link:

https://vejario.abril.com.br/coluna/analice-gigliotti/so-bebo-socialmente-e-outros-mitos-sobre-o-consumo-de-bebida-alcoolica/

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