MedidasTerapêuticas Praticadas pelos Pais de Crianças com TDAH
Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)
Lei Municipal beneficia portadores de TDAH
O prefeito do município do Rio de Janeiro sancionou em 29/05/2012 a lei número 710/2010.
Essa lei coloca orientações para adequar as características dos alunos com Transtorno de Déficit Atenção (TDAH) às necessidades individuais de cada um diante do grupo de alunos sem o trasntorno.
A principal conquista dessa lei, que todos nós lutávamos, foi no tempo de realização das provas. Com isso, podemos junto com as escolas planejar para que nosso paciente realize a prova no tempo necessário e ajustado para o seu quadro clínico, colocando-o em igualdade de condiçoes com outros alunos sem essa patologia..
Caso queira ler mais a respeito acesse http://www.abda.net.br/br/noticias/reportagens/item/333-prefeito-do-rio-sanciona-lei-que-d%C3%A1-direito-aos-alunos-com-tdah-29/05/2012.html
Ponha fim à Procrastinação – Agora!
Dicas para melhorar a responsabilidade com os deveres de casa de seu filho
Autora: Elizabete Possidente
Essa ações são mais eficientes se iniciadas com a criança na idade pré-escolar.
– Estimule a criança através de seu interesse nas novidades que vem aprendendo na escola desde pequeno, logo ao entrar na escola.
– Estimule a criança a ter a responsabilidade de saber se há ou não dever de casa desde cedo. Pergunte sempre; se a resposta for que não sabe faça ela pensar sobre a aula e concluir se existe ou não algum dever. A responsabilidade tem que ser da criança. Não faça por ela, já abrindo mochila e anotação na agenda.
– Mostre ao seu filho seu interesse no que ele tem aprendido na escola e no seu rendimento. Comece desde pequeno. Veja com atenção os desenhos e peça para ele explicar como fez ou teve a ideia. Sempre valorize o empenho e a evolução.
– Apoie as orientações da escola. Não critique a professora ou escola na frente da criança. Não fale que ache uma bobagem tal dever ou a atividade. Tire as suas dúvidas junto a escola e não com a criança. Ao questionar a escola você está desestimulando seu filho a levar com seriedade a escola e os estudos.
– Deixe claro que o dever de casa é responsabilidade dele. Não é obrigação dos pais. O responsável pode tirar dúvidas o fazendo pensar e não dar respostas. Se ele diz não saber nada peça para deixar em branco e procurar auxílio com a professora na aula. Se ele for muito tímido, escreva na agenda ou oriente o próprio a escrever na agenda (quando criança já alfabetizada), indique para a professora que seu filho está com dificuldades.
– Organizar o espaço para o estudo. A criança tem que ter um local próprio para o estudo com todos os objetos que precisa organizados. Isso evita dispersão e distrações.
– Estipular o horário para os deveres de casa e manter como rotina.
– Estimular o hábito de leitura. Para isso, os pais tem que dar exemplo lendo livros, artigos e revistas na presença das crianças.
– Elogiar os filhos no seu empenho e capricho nos deveres de casa.
– Observar qual matéria o seu filho está tendo maior dificuldade e estimular a estudar mais essa matéria. É recomendado que a criança tenha um caderno para estudo. Esse caderno não deve ser usado na escola.
Leve seu filho para escolher o caderno do personagem que mais o agrada. Nesse caderno o responsável pode deixar exercícios da matéria com mais dificuldades ou deixe instruções, como “leia o capítulo 1 do livro” ou “faça resumo das páginas seguintes”.
Com essas medidas a criança criará uma rotina e o hábito de aprender e estudar sozinha. Pais tem uma tendência a sempre fazer junto os deveres da escola quando os filhos são pequenos. Isso dificulta que a criança consiga se desenvolver sozinha.
Como ajudar seu filho na Adaptação da Escola
Autora: Elizabete Possidente
Primeiramente é necessário (diria até essencial) autorizar o seu filho a ir para escola. Quando digo autorizar, não é no sentido simples de matricular, comprar uniforme e material. É no sentido pleno da ação, transmitir o conhecimento de que é o melhor para o seu filho e que ele precisa passar por essa fase da vida, que significa um grande crescimento para ele. Mostre que você está feliz com essa conquista dele.
Os pais precisam ter consciência de que seu filho deixará de ser o bebê ou a criança pequena do mundinho protegido de casa, para se tornar a criança que está recebendo o “passaporte” para a vida adulta. Fale com tranquilidade e confiança que você escolheu a melhor escola para o seu filho. Diga que ele estará num ambiente protegido onde aprenderá muitas coisas novas e fará novos amigos. Diga que isto é uma conquista que ele atingiu por estar crescendo. Quanto mais entusiasmo melhor! Conte como será legal, que ele deverá contar todas as novidades com os pais ao retornar para casa.
Não passe a ideia de que esse novo ambiente pode ser assustador. É frequente pais e avós passarem essa mensagem subliminar. Isso, às vezes, é feito sem o responsável notar. Como por exemplo, quando diz ao filho “qualquer coisa telefone imediatamente” ou “ficarei de prontidão na escola para socorre-lo caso precise”. Essa criança interpretará como “minha mãe está preocupada comigo”, ou seja, a associação será como passar por uma situação de perigo. Claro que isso vai dificultar a adaptação nessa nova escola, mesmo que a escola cumpra o seu papel adequadamente.
Não fique perguntando se ela está com medo. Nesse caso, ela esteja vai imaginar que deveria estar.
Autorize, na sua ausência, a criança a se sentir confiante na escola. Mostre que você confia nela e na escola. É interessante conhecer e saber o nome da professora, quando a criança estiver na sua primeira escolinha. Diga que conhece a Tia Fulana, que gostou muito dela e tem certeza de que ela também vai gostar.
Se a criança referir estar com medo diga que não há razão para isso, mas que é natural se sentir assim. Conte que muitos adultos também sentem medo quando começam um processo novo na vida, mas que ela é capaz de vencer esse medo.
Se essas medidas forem tomadas o processo de adaptação na escola será bem tranquilo.
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Dicas para Pais de Crianças Ansiosas
Autora: Elizabete Possidente
Uma a cada oito crianças sofrem de ansiedade. Como são os pais que orientam o dia a dia da criança, é fundamental algumas medidas sejam tomadas . Podemos citar as seguintes.
– Ensinar a criança a dividir uma grande tarefa em etapas menores. Se já estiver alfabetizada, estimular essa divisão colocada numa listinha, e ao término de cada uma marcar um OK. Esse ato de registrar “o feito” aumenta a autoestima e reduz a ansiedade.
– Ouvir com atenção sempre que a criança relatar estar com medo ou muito preocupada com algo. Não considere como bobagem ou coisa de criança. O fato de prestar atenção, de dizer que tudo dará certo ou demonstrar entender o que ela está passando é importante. Sei que é difícil, mas também sei que dará conta, essa é a mensagem a ser passada.
– Ensinar a criança a dizer não. Muitas das vezes, ela se sente sobrecarregada porque não consegue dizer não aos pedidos de amigos.
– Ajudá-la a criar a sua rotina com os horários. Por exemplo, ao chegar da escola, determine o horário para fazer os deveres, arrumar a mochila, brincar, tomar banho etc.
– Os pais devem seguir uma rotina e ter essas regras claras para o filho. Por exemplo, é importante saber se ficará na casa dos pais ou dos avós, por exemplo. Se toda a sexta vai para casa dos avós, por ser folga da empregada, a criança tem que saber previamente que passará as sextas na avó. Outra situação bastante comum no consultório são filhos separados. Os pais trocam os dias entre si e não avisam a criança. E às vezes as trocas são tão freqüentes que deixam de ser uma rotina, mesmo que seja dito aos filhos.
– Não exija demais das crianças. Atendo crianças que fazem diversas atividades extraclasse. É muito cansativo ter colégio, inglês, judô, vôlei etc. É necessário que ela tenha um tempo para brincar e se organizar, planejar o seu estudo a cada dia. Quando se faz muitas atividades, além de ser muito exaustivo, não sobra tempo para organizar e aprender a melhor forma de estudar. Quando se tem muitas atividades, a rotina está pronta e não é possível descobrir a melhor forma de se organizar.
– É preciso ter tempo livre.
– Evitar que crianças pequenas assistam jornais com notícias desagradáveis, fatalidades ou ouvir conversas de adultos com comentários isso. Por exemplo, uma criança de três anos não pode ficar acompanhando o noticiário de um avião que caiu. Ela não sabe discernir que isso é uma tragédia e que não acontece toda hora. Caso o pai viaje ou houver um plano de férias, esse medo virá à tona e ela pode expressar claramente o medo que o avião caia, ou uma angústia, que ela não sabe bem o porquê.
– Quando encontrar o seu filho muito cabisbaixo ou irritado, se ofereça a ouvir o que está acontecendo. Caso não queira conversar naquele momento, deixe claro que está a disposição para conversar sobre o que está acontecendo. Diga que você já se sentiu assim, e quando conversou a respeito se sentiu melhor.
– Reconheça os pontos fortes e fracos de seu filho. Saiba valorizar os fortes, incentivando e elogiando. E ajude a superar os pontos fracos.
– Não o compare com outras crianças ou irmãos.
– Separe a autoestima da mãe ou pai da do filho. Muitas das vezes os filhos tem que ser perfeitos para que os genitores se sintam bons pais. Quando eles fracassam parece que o fracasso é dos pais. Isso aumenta muito a ansiedade dos filhos, pois, precisam sempre estar prontos para superar as expectativas dos pais e não apenas a deles mesmos.
– Quando o filho sente que ele está sempre como o único ponto importante na vida dos pais, isso gera muita responsabilidade para criança. Ela encara sempre ser preciso dar conta da vida para que a vida dos pais funcionem. Caso falhe, eles vão fracassar.
– Ensine o filho a inspirar e expirar lentamente quando estiver ansioso.
É claro, sendo pais menos ansiosos, são criadas crianças menos ansiosas, apesar da pressão do dia a dia.
Dicas Para Reduzir a Ansiedade
Essas atitudes, sendo tomadas no dia a dia, ajudam a reduzir a ansiedade.
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que podem estar agravando a enxaqueca. O diagnóstico de enxaqueca é clínico; sabemos que existe uma seqüência numa crise completa, composta de quatro fases.








